Como dar entrada na Aposentadoria

Como dar entrada na Aposentadoria

Como dar entrada na Aposentadoria

 

Para dar entrada na aposentadoria o ideal é seguir esse passo a passo:

1) Reunir a documentação e fazer uma contagem do tempo de contribuição

Ao fazer isso você descobre se já tem tempo para se aposentar. Ao contratar um especialista você descobre também qual o melhor benefício para você, quando ele estará disponível, isto é, quando você preencherá os requisitos para recebê-lo. Neste momento é feito um planejamento previdenciário que permite também projetar o valor da aposentadoria. Preenchenndo os requisitos, vamos ao passo 2;

2) Regularizar o Cadastro no INSS

Caso sejam encontradas inconsistências no CNIS (cadastro nacional de informações sociais), deve-se proceder à sua correção, seja para regularizar tempo da carteira de trabalho, incluir tempo de trabalho rural, ações trabalhistas, reconhecer tempo especial (insalubridade e periculosidade), etc. Este serviço pode ser feito ao mesmo tempo que o requerimento da aposentadoria, porém pode fazer atrasar bastante a concessão do benefício.

3) Fazer o agendamento do benefício.

Com toda a documentação em mãos e com o cadastro corrigido, basta fazer o agendamento pelo site do inss ou pelo telefone 135 e levar a documentação.

Dica importante: O melhor é contratar uma advogado especialista que poderá fazer o planejamento previdenciário, a correção do CNIS e dar entrada no melhor benefício. Somente assim, você conseguirá a melhor aposentadoria sem passar por transtornos. Além disso, atualmente o INSS encontra-se com defasagem de funcionários o que torna o atendimento presencial bastante precário e lento. Com a assessoria de um advogado o processo fica muito mais ágil.

Ficou com dúvidas? Mande um email para [email protected] ou comente abaxo:

A verdade sobre o défict da previdencia social

A verdade sobre o défict da previdencia social

A verdade sobre o défict da previdencia social

Muito se fala sobre o défict da previdência social, levantando a questão sobre a insustentabilidade do sistema que poderá vir a criar prejuízo e insegurança para os trabalhadores que estão sem saber como será o seu futuro quanto à aposentadoria.

O viés que se utiliza para analisar a questão da previdência social é sempre do ponto de vista econômico, mas do ponto de vista de um governo incompetente e endividado. Não do ponto de vista econômico em termos de geração de emprego e renda, de sustentabilidade das empresas à longo prazo, de diminuição de tributos ou até mesmo, em termos de aposentadorias com rendas altas.

A verdade é que a previdência social faz parte da Seguridade Social e esta é baseada no princípio da diversidade da base de financiamento, que significa que toda a sociedade sustenta esse projeto social que é a seguridade como um todo. Essa diversidade de base de financiamento abrange o que os trabalhadores pagam sobre o seu trabalho, o que as empresas pagam quando contratam trabalhadores (empregados ou autonomos), bem como o que as empresas pagam sobre o seu lucro e faturamento. Além desses existe também a tribução sobre os concursos de prognósticos.

Além disso, a própria Constituição Federal autoriza a desvinculação de receitas da seguridade social, o que permite ao governo federal, retirar da seguridade social 30% do que ela arrecada para gastar como quiser. No ano de 2019 essa desvinculação atingiu o patamar de R$ 606.056.926.691,00 (seiscentos e seis bilhões, cinquenta e seis milhões, novecentos e vinte e seis mil, seiscentos e noventa e um reais), nos termos do Decreto 9.699 de 08 de fevereiro de 2019.

Portanto, a seguridade social tem 600 BILHÕES sobrando só no ano de 2019! Como é que pode faltar dinheiro? Pelo contrário, o valor das aposentadorias poderia ser bem maior e os tributos que as empresas pagam poderiam ser bem menores.

Por Carlos Lorenzi